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sábado, 25 de outubro de 2014

Florais restauram a relação entre corpo, alma e mente




Na terapia floral a vontade do paciente de encontrar a cura é fundamental. ...


As flores decoram a natureza e exalam aromas que encantam os animais e os seres humanos. Sua beleza é levada para todos os cantos – na sala, na varanda ou no escritório as pétalas coloridas ou as folhas esverdeadas deixam o ambiente mais alegre. Mais do que encher os olhos, as flores também promovem a saúde. “Por meio de suas características é possível expressar as emoções e iluminar os resíduos energéticos. As essências florais auxiliam a resgatar valores e sentimentos em todos os níveis”, destaca Marcia Quaresma, terapeuta floral e ortomolecular.

O poder das essências florais na saúde é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e também pelo Sistema Único de Saúde (SUS), já que a terapia floral está incluída no rol de tratamentos como uma terapia complementar. “Este reconhecimento é fundamental para fortalecer a atuação dos terapeutas e também para divulgar cada vez mais as terapias naturais e os florais. As essências usadas na terapia floral são a marca energética da força vital da planta”, explica Quaresma, terapeuta membro do Sindicato dos Terapeutas do Rio de Janeiro (Sinter-RJ).



A especialista afirma que as essências florais possuem energias vibratórias de alta frequência, que atuam por ressonância vibratória e catalisam os processos de transformação da consciência, ou seja, despertam e resgatam os potenciais e as qualidades presentes na alma. “Os florais tem a capacidade de estimular transformações duradouras na consciência, pois equilibram e harmonizam os pensamentos e as emoções. O resultado é a restauração da harmonia dos padrões vibratórios. Ao cuidar da mente, consequentemente os florais também cuidam do corpo”, evidencia.

De acordo com o terapeuta holístico e ortomolecular Paulo Edson Reis Jacob Neto, presidente do Sinter-RJ, a terapia floral é indicada principalmente em casos de distúrbios comportamentais, mentais ou emocionais. “O terapeuta conversa com o paciente e avalia o seu estado mental e físico. É feita uma análise mais profunda comparada a uma consulta tradicional, pois o objetivo é eliminar a causa dos problemas e não apenas os sintomas. Cada floral é feito de forma personalizada e sua indicação deve ser feita por um profissional qualificado”, recomenda.

Paulo ressalta que o terapeuta deve dar todos os detalhes do tratamento com os florais e explicar seus mecanismos de atuação, repercussões no organismo e as possíveis consequências. Qualquer tratamento provoca transformações no corpo e com os florais não é diferente. “Em um primeiro momento o paciente pode se queixar de conflitos que surgiram após o uso dos florais, como dores de cabeça e ansiedade. Isto acontece porque as essências fazem com que o indivíduo fique consciente de seus pensamentos e atitudes e há dúvidas sobre o que se quer ver e o que não se quer”, aponta.

Segundo Quaresma, durante a ação dos florais a alma e o ego se enfrentam, pois o primeiro sabe o que deve ser feito e o segundo o que se quer fazer. A missão do terapeuta é promover o equilíbrio do corpo, da mente e da alma com o mínimo de alterações possíveis. “Todo o processo de transformação é acompanhado e se houver a manifestação de novos sintomas o profissional atua de maneira a minimizar estes eventos. É importante também que o paciente queira ficar melhor, pois como diz Edward Bach, criador dos florais, para a cura é preciso existir o desejo do paciente de melhorar”, acrescenta.

Na terapia floral a doença é considerada o resultado entre a alma e a mente e só será combatida a partir de um esforço espiritual e mental. Paulo lembra que por causa deste fato os pacientes não podem se isentar da responsabilidade pela cura. “O terapeuta orienta as pessoas e atua conforme as necessidades e força de vontade de cada um. Para não sobrecarregar o paciente são feitas escolhas hierárquicas – o tratamento atua do maior para o menor problema, resolvendo um de cada vez, o que também evita o excesso de essências em um mesmo composto floral”, finaliza.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

CHÁ DE ROSA BRANCA


Essa primeira receita é para s mulheres que gostam de brincar de bruxinha e querem está sempre aprimorando sua espiritualidade e seu  poder de sedução.

Ingredientes:
3 xícaras (chá) de água
 pétalas de 3 rosas ,
açúcar ou mel, a gosto

Modo de preparo:
1. Coloque a água numa chaleira e leve ao fogo alto.
2. Quando ferver, coloque as pétalas e deixe por 5 minutos. Retire ,
Adoce a gosto e sirva imediatamente

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O chá de rosa branca  é principalmente usado como calmante, mas também possui ação adstringente, laxativa, anti-inflamatória e depurativa. Podendo auxiliar no tratamento de tísica pulmonar, estomatite (sapinho), disenterias, corrimento, laringite, úlceras, conjuntivite, etc.

Para fins terapêuticos são utilizadas as pétalas ou sementes da rosa branca.

Chá para limpeza de pele (pode ser usado em todo corpo): Adicionar as pétalas e sementes em água fervente, deixar esfriar e lavar a pele.

Chá calmante: Adicionar 10 g de pétalas e sementes de rosa branca em 500 ml de água fervente, com uma colher de sopa de mel, e beber 3 vezes ao dia.

Para corrimento vaginal: Fazer o chá de rosa branca, colocar em uma bacia previamente esterilizada e fazer um banho de assento. com a ajuda das mãos, fazer com que o chá penetre ms fundo possível no interior da vagina. permanecer sentada na solução por uns minutos.

Não são conhecidos efeitos colaterais da rosa branca.