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segunda-feira, 20 de abril de 2015

O MAL




Sou fascinado pela afirmação de que 'ninguém faz o mal voluntariamente, mas por ignorância'

"As crianças nascem más, elas melhoram crescendo, pois a cultura pode civilizá-las." Ao ler essa frase, apareceu-me a velha questão da "verdadeira essência" da nossa espécie.

Rousseau, filósofo suíço, século 18, achava que nossa natureza era originalmente boa, e que a cultura a corromperia (o "bom selvagem", como se os nascidos na selva não tivessem cultura).

Hobbes, filósofo inglês, século 16, acreditava na infinita capacidade de violência do ser humano, obrigado a contê-la para viver na civilização (na cidade, encontrando desconhecidos sem poder matá-los, como seria seu impulso de origem).

A frase não segue Hobbes, portanto. Ela seria mais o inverso perfeito da crença de Rousseu. Nossa espécie teria uma essência má, que a bondade da cultura amorteceria... um pouco.

Que maldade é essa? O que é o mal? O tema é vasto. Vamos pensar apenas na maldade humana. Ela teria a ver com infligir dano e sofrimento de maneira intencional e injusta (se você mata em legítima defesa, não praticou o mal).

No entanto, encontrar justificativa para a prática do mal é a coisa mais comum, não à toa Hannah Arendt escreveu sobre a banalidade do mal ao perceber que o nazista Adolf Eichmann acreditava que seu trabalho de extermínio de judeus era completamente justificado como o correto exercício do dever, e que não conflitava com o bom chefe de família que ele era.

A ética contempla os costumes. Depois do julgamento de Nuremberg não mais se justificam atos danosos pelo "cumprimento de ordens" --assim como, na época em que foi composta, "Nega do Cabelo Duro" não ofendia ninguém.

Lembrei-me dos pecados capitais: soberba, avareza, luxúria, ira, gula, inveja e preguiça. O curioso é que eles não são pecados em si, mas "capitis" (cabeça) de pecados, daí "capitais". Todos temos, como Hobbes observou, capacidade para eles, mas só quando a partir deles causamos dano/sofrimento intencional, cometemos pecado (ou crime), fazemos o mal com eles.

Mas, fazer o mal com a preguiça? Sim, pela omissão, pelo dane-se. A ganância está contida na avareza; a humilhação dos outros na soberba; os vícios na gula; a maledicência na inveja; o estupro na luxúria e assim por diante.

E a maldade das crianças, onde reside? Numa tira de quadrinhos (C. Schulz), o pequeno Linus, no recreio, fica fascinado com uma coleguinha linda, vai se aproximando dela devagar e finalmente, quando está junto a ela, não se contém e... Dá-lhe um soco no nariz! Maldade?

Não. Falta de instrumentos adequados para expressar a intensidade dos sentimentos que lhe assoberbavam. Como um bebê que chora por não saber falar.

Sou fascinado pela afirmação de Sócrates de que "ninguém faz o mal voluntariamente, mas por ignorância, pois a sabedoria e a virtude são inseparáveis."

Ela sugere que poderíamos prevenir o mal através do cultivo de instrumentos de expressão mais eficientes de nossos desejos e insatisfações. Do maior conhecimento de si mesmo e do outro. De maior sabedoria, que leva à consideração e à compaixão.

Sem excluir as leis e a cadeia, claro.

FRANCISCO DAUDT

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

ENCONTRO




Sai de si
Vem curar teu mal
Te transbordo em som
Poe juizo em mim
Teu olhar me tirou daqui
Ampliou meu ser
Quero um pouco mais
Não tudo
Pra gente não perder a graça no escuro
No fundo
Pode ser até pouquinho
Sendo só pra mim sim

Olhe só
Como a noite cresce em glória
E a distância traz
Nosso amanhecer
Deixa estar que o que for pra ser vigora
Eu sou tão feliz
Vamos dividir

Os sonhos
Que podem transformar o rumo da história
Vem logo
Que o tempo voa como eu
Quando penso em você

Olhe só
Como a noite cresce em glória
E a distância traz
Nosso amanhecer
Deixa estar que o que for pra ser vigora
Eu sou tão feliz
Vamos dividir

Os sonhos
Que podem transformar o rumo da história
Vem logo
Que o tempo voa como eu
Quando penso em você

(Maria Gadu)

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

EXPULSANDO ENTIDADES DE MÁ SORTE...


Por volta do final de março, os tibetanos celebravam uma cerimônia para expulsar os demônios do azar de suas casas, vidas e comunidades. O povo de Bali, a leste de Java, também realiza expulsões públicas de demônios ao menos uma vez por ano, sempre numa Lua Crescente. Cada vila deposita alimentos nas encruzilhadas mais próximas e, a seguir, dirige-se ao templo local. Todos oram e tocam trombetas para reunir os demônios, e em seguida batem em qualquer coisa que faça barulho, para apavorar as entidades que fogem da área. Os demônios não conseguem resistir à comida, param nas encruzilhadas e, então, são emboscados por um sacerdote que os amaldiçoa. Essa cilada final faz com que os demônios malignos abandonem a região, restaurando assim a ordem.

De tempos em tempos, é comum sermos, mesmo contra nossa vontade, hóspedes desavisados de hostes de entidades agourenta. Tais entidades podem nos ser enviadas através de inveja e má vontade de outros. Por vezes absorvem as vibrações negativas quando estamos expostos ao público; tais entidades mergulham em nossa auras por estarmos deprimidos, com raiva, irritados de alguma forma ou doentes. Devemos tomar muito cuidado ao ir ao consultório médico, por exemplo. Lojas durante grandes liquidações são outro local onde podemos inadvertidamente atrair tais criaturas. A última categoria dessas entidades agourentas é aquela que engloba as criadas por nós mesmo devido ao nosso próprio negativismo.

Assim que se sentir sobrecarregado dessas entidades, você desejará livrar-se delas. A primeira providência é limpar as vibrações de sua casa. Pegue um pequeno punhado de sal em sua mão; posicione sua outra mão sobre a primeira e peça aos deuses que abençoem esse agente de limpeza. Polvilhe alguns grãos de sal em cada canto dos cômodos e armário de sua casa. Quando terminar, tome um banho com um pouco de sal na água. Isso ajuda a limpar sua aura, mesmo sendo um ação física.
Para evitar o retorno de tais criaturas, queime incensos de patchuli ou de olíbano durante três dias e peça às entidades de boa sorte para que entrem em sua vida; um vazio seria indesejável, pois atrairia de volta tudo aquilo que expulsou.

Como uma precaução final, escolha um talismã para usar; passe-o pela fumaça do incenso antes de usar. Pode ser qualquer coisa, desde um machado de Thor a um cristal. Lime-o periodicamente passando-o pela fumaça do incenso para livrá-lo das vibrações negativas que possa ter absorvido.

http://nephalasuniversomgico.blogspot.com.br/


sexta-feira, 24 de outubro de 2014

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

VAMOS TIRÁ A GORDURA DOS OLHOS ALHEIOS





Não é fácil conviver com os 7 pecados do mundo, acreditem todos nos derrubam e, muitas vezes trazemos dentro de nós alguns deles. Temos que ter a humildade de nos conhecer , sabendo de todas as falhas que trazemos deste mundo cheio de miasmas. Esse feitiço que vou ensinar é magnifico, pois faz com que acabem os vampiros de energia que nos impedem de crescer.

FEITIÇO CONTRA A INVEJA E A IRA DENTRO OU FORA DE NÓS MESMOS.

-Prestem atenção como se faz:

Pegue uma garrafa Pet e corte pela metade, dentro dela faça xixi ( isso mesmo xixi),
acrescente 2 colheres de água sanitária
 e 2 colheres de sal normal de cozinha.

Pronto, mexer tudo. Depois do seu banho normal, mentalize todas as energias ruins indo pelo ralo do banheiro, jogue essa mistura nos seus pés próximo ao ralo, feche os olhos, com certeza você irá sentir uma pequena tontura, é normal.

O feitiço esta feito, pode ser feito qualquer dia da semana e em qualquer Lua.
Esse feitiço é fortíssimo, acreditem !