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domingo, 2 de novembro de 2014

CRISE EXISTENCIAL



Por: Jaqueline Ramiro

Já conhecemos o discurso de que nós mulheres estamos cada vez mais ganhado o mercado de trabalho, conquistando espaços anteriormente a revolução feminista, só ocupados por homens.
Um grande avanço nesse sentido se faz perceber no aumento da presença de mulheres na esfera pública.
A exemplo do Brasil, atualmente temos uma mulher ocupando o cargo mais alto do Estado, a presidência.

Nos bons e velhos tempos, que hoje sabemos não eram tão bons assim, a ideia de ter uma mulher dirigindo um país da magnitude do Brasil era inconcebível. As problemáticas apresentadas como contra ponto de impedimento estavam focadas na suposta fragilidade da mulher, a incapacidade, o "sexo frágil". Isso foi por muito tempo o embusteiro de um machismo velado em uma sociedade de caráter patriarcal onde a masculinidade do homem era determinada pela sua presença e posicionamento na vida pública.

A definição de ser homem estava mais direcionada no poder, no progresso, no seu posicionamento perante a sociedade, do que na diferença dos Órgãos sexuais e tão pouco em sua virilidade como fazemos nos dias de hoje.
Segundo o pai da psicanalise, Sigmund Freud (1856-1939), ninguém nasce homem ou mulher. Isso vai sendo determinado a parti do tempo e observância do convívio social.

Homens e mulheres compartilham os mesmos papeis.

Sendo assim deixo o seguinte questionamento: com os papéis feminino e masculino correndo de encontro um ao outro e se misturando, se confundindo, como iremos encara a crise de identidade, os conflitos existências, a dubiedade sexual, da geração atual e das que virão?

Fonte: Mulheres em transformação homens em crise. Maria Rita Kehl


sexta-feira, 24 de outubro de 2014

EU TENHO VÁRIOS SABORES...





Eu tenho vários sabores: Sou doce, azeda, amarga, salgada, algumas vezes agridoce, outras tenho o sabor de uma pimenta de cheiro, mas cuidado posso me tornar a pimenta mais ardida pro seu paladar. Cabe a você como saber chegar, para que eu possa me apresentar.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

UBM (União Brasileira de Mulheres) parte2


Uma segunda reunião e o bicho pegou!

Estavam presente mulheres de diversos bairros, associações de moradores e afins. Gente convidada pelo nosso Distrital Norte, gente de responsabilidade que conheciam e respeitavam o trabalho da Celina. Não querendo de forma alguma se indispor com ela.Ainda mas quando a reunião estava sendo realizada dentro do SINDESPREV. Mas não teve jeito, mal a reunião começou e veio a tona os maus entendidos. Celina dizia uma coisa, as mulheres do distrital diziam outra e ninguém se entendia.

E por fim ficou aquela de porque você está falando como se você fosse a dirigente do grupo? Você já tem o seu núcleo, sua direção, sua presença aqui é para colaborar com sua experiência é apenas dando sugestões. Enquanto Celina salientava que foi chamada ali para dirigir o grupo. Até que alguém nesse samba de criolo doido resolveu fazer a pergunta maestral: é assim ou não é Charuto?

Ihiii! O homem ficou desconcertado a ponto de gaguejar. Desmascarado na frente de todos e o pior que a Celina não é pessoa de levar desaforo para casa, depois disso ficou muito claro que sua liderança no movimento feminista não se dá a toa.Ela não foi mal educada, não disse um palavrão sequer, mas foi ríspida. Desmoralizou o Charutinho de forma desconcertante, não havia contra argumentação da parte dele.

Celina falou com propriedade e se retirou dizendo que ficássemos a vontade a casa estava ali para servi.Nem preciso dizer que a reunião acabou ali. O desconforto era muito grande entre os presentes e nada mais foi dito além despedidas.

Link para a parte1 http://jeckmaluca.blogspot.com.br/2012/02/uniao-de-mulheres.html