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terça-feira, 28 de abril de 2015

ESPANQUEMOS OS POBRES!




Durante quinze dias confinei-me em meu quarto e me cerquei de livros que estavam na moda naqueles tempos (há dezesseis ou dezessete anos); quero falar de livros em que se trata da arte de tornar os povos felizes, sábios e ricos em vinte e quatro horas. Tinha eu digerido – engolido, quero dizer – todas as elucubrações de todos os empresários da felicidade pública – dos que aconselham a todos os pobres a se fazerem escravos e dos que persuadiam que eles são reis destronados. Ninguém acharia surpreendente que eu entrasse então em um estado de espírito vizinho da vertigem ou da estupidez.

Pareceu-me, somente, que eu sentisse, confinado, no fundo do meu intelecto, o germe obscuro de uma idéia superior a todas as fórmulas de curandeiras que eu, recentemente, vira, folheando no dicionário. Mas isso só era a idéia de uma idéia, algo de infinitamente vago.

E saí com uma grande sede. Porque o gosto apaixonado por más leituras engendra uma necessidade proporcional de grandes ares e de muitas bebidas refrescantes.

Quando ia entrar num bar, um mendigo estendeu-me o chapéu com um desses inesquecíveis olhares que derrubariam tronos, se é que o espírito removesse a matéria e se o olho de um hipnotizador fizesse as uvas amadurecerem.

Ouvi, ao mesmo tempo, uma voz que me cochichava ao ouvido, uma voz que eu me reconheci bem; era a voz de um bom Anjo ou um bom Demônio, que me acompanha por todos os lugares. Se Sócrates tinha seu bom Demônio, por que eu não havia de ter o meu bom Anjo, e por que não teria eu a honra, como Sócrates, de obter um brevê de loucura, assinado pelo sutil Lélut e pelo bem informado Baillarger?

Existe essa diferença entre o Demônio de Sócrates e o meu, pois o de Sócrates só se manifestava a ele para proibir, advertir, impedir, e que o meu dignava-se a aconselhar, sugerir, persuadir; o meu é um grande afirmador, o meu é um Demônio de ação, um Demônio de combate.

Ora, sua voz cochichava isso: “Quem for igual ao outro que o prove e só é digno de liberdade quem a sabe conquistar.”

Imediatamente saltei sobre meu mendigo. Com um único soco fechei-lhe um olho, que, em um segundo, tornou-se inchado como uma bola. Quebrei uma unha ao partir-lhe dois dentes, e como eu não me sentisse bastante forte, tendo nascido de compleição delicada e tivesse pouca prática de boxe, para desancar aquele velho, peguei-o com uma das mãos pela gola de seu casaco e com a outra lhe agarrei a garganta e me pus a sacudi-lo, vigorosamente, cabeça contra a parede. Devo confessar que já havia previamente inspecionado os arredores com uma olhada e havia verificado que naquele subúrbio deserto eu me achava, por algum tempo, fora do alcance de qualquer policial.

Tendo, em seguida, com um pontapé, dado em suas costas, bastante enérgico para lhe quebrar as omoplatas, botei por terra aquele sexagenário enfraquecido; peguei, então, um grosso galho de árvore, que estava jogado no chão, e bati nele com a energia obstinada dos cozinheiros que querem amolecer um bife.

De repetente – ó milagre! Ó alegria do filósofo que verifica a excelência de sua teoria – vi esta antiga carcaça se virar, se levantar com uma energia que eu jamais suspeitaria que houvesse numa máquina de tal modo danificada, e, com um olhar de raiva que me pareceu de bom augúrio, o malandro decrépito jogou-se sobre mim, socou-me os dois olhos, quebrou-me quatro dentes e, com o mesmo galho de árvore, bateu-me fortemente. Pela minha enérgica medicação, eu lhe havia restituído o orgulho e a vida.

 Então, eu lhe fiz sinais enérgicos para que compreendesse que eu considerava nossa discussão terminada e, levantando-me com a satisfação de um sofista de Pórtico, lhe disse: “Meu senhor, o senhor é meu igual! Queira dar-me a honra de aceitar que eu divida minha bolsa consigo, e lembre-se: se você é realmente filantropo, que é preciso aplicar, em todos os seus confrades, quando eles lhe pedirem esmolas, a mesma teoria que eu tive o sofrimento de experimentar sobre suas costas.”

Ele me jurou que havia compreendido a minha teoria e que obedeceria aos meus conselhos.

CHARLES BAUDELAIRE

sábado, 22 de novembro de 2014

O SEGREDO:


Você atrai tudo aquilo que teme.
Você atrai tudo aquilo que agradece.
Você atrai tudo aquilo em que foca sua atenção.
Você atrai tudo aquilo do que se queixa.
Você atrai todas as coisas que quiser.
Então só queira coisas boas!!!

E lembre-se; o universo não sabe o significado da palavra”não”.
Exemplo; não pense,”não quero perder”, e sim, “quero ganhar”!!!


quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Sapo na Panela




Apesar de muita gente está reclamando da pressão, alguns aproveitam o susto para acordar, para mudar o rumo de sua vida e criar o sucesso. Algo parecido com a famosa experiência do sapo na panela.

Quando se coloca um sapo em uma panela alta com água fria ele fica curtindo a água, sem preocupações. No entanto no momento em que o pesquisador começa a esquentar a água, o sapo se pões a lutar para sair. A água ferve, e o sapo ainda tenta desesperadamente encontra um jeito de escapar, mas já é tarde.

Porém,quando o sapo é jogado diretamente na água fervente, a dor imediata faz com que ele reúna forças para dá um salto e encontrar a saída


“Só resolvemos os problemas quando somos maiores do que eles. Se os problemas estão aumentando, temos de ser maiores ainda!”

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

EU SEI QUEM SOU...




Eu sei quem sou, o que faço, conheço minhas malcriações e o pior de tudo, banco todas
elas, sei de meus atos e "desatos" rs, me conheço muito bem, mas sei que posso me
surpreender comigo mesma, a qualquer minuto.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

CADA DEDO É UMA CHAVE SIMPLES PARA DESTRAVAR E HARMONIZAR AS ATITUDES





Cada dedo é uma chave simples para destravar e harmonizar as atitudes.



Dedo polegar
Trabalha as emoções: PREOCUPAÇÃO – depressão, ódio, obsessão, ansiedade, autoproteção. Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” do estômago e baço.Melhora a digestão de alimentos, idéias, pensamentos e emoções; ajuda a dormir melhor e nos torna receptivos ao toque e carinho.
Preocupações e ‘ruminações mentais’ desaparecem. Ajuda estômago, baço e pâncreas.Bloqueia uma dor de cabeça que está começando.

Dedo indicador
Trabalha as emoções: MEDO - timidez, confusão mental, depressão, perfeccionismo, crítica, frustração, desejo de vida Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” da bexiga e rim.Traz coragem, fortalece o desejo de viver, harmoniza a circulação dos fluidos corporais e o sistema muscular. Dissolve o medo e as inseguranças. Ajuda rim e bexiga. Evita uma dor nas costas que está iniciando.

Dedo médio
Trabalha as emoções: RAIVA – covardia, irritabilidade, indecisão, instabilidade, não alerta, emotividade Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” da vesícula e fígado.Expande o sentimento de compaixão, a lucidez mental, a criatividade; regula a harmonia interior do corpo. Elimina a raiva, frustrações e irritabilidade. Ajuda fígado e vesícula biliar. Melhora a visão e revitaliza a fadiga geral.

Dedo anular
Trabalha as emoções: TRISTEZA (Pesar) - negatividade, formação de muco, bom senso Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” do pulmão e intestino grosso.Promove a alegria, a esperança, o soltar do passado e o se abrir ao novo; dá vitalidade e energia ao corpo. Afasta a tristeza, negatividade e o pesar. Ajuda os pulmões e o intestino grosso. Harmoniza a respiração e desconforto no ouvido.

Dedo mínimo
Trabalha as emoções: PRETENSÃO (Cobrir, esconder) - “chorar por dentro e rir por fora”, insegurança, nervosismo, confusão, mortalidade Desequilíbrio no nosso padrão de energia “individualizada” do coração e
intestino delgado.Conecta com a intuição, aumenta a auto-estima, harmoniza o sistema esquelético. Termina com pretensão, julgamentos, comparações e esforço. Ajuda coração e intestino delgado. Evita uma dor de garganta que está iniciando.

Centro da palma da mão
Traz sensação de paz profunda e de unidade com o universo. Dissolve o desânimo. Ajuda diafragma e fluxo do umbigo. Harmoniza corpo, mente e espírito mutuamente e com o universo.

Referências: Jin Shin Jyutsu Brasil ::
FisioFilosofia :: A Arte de Viver em Harm... A Arte de Curar onde a harmonia e a saúde estão a ponta de seus dedos 3º Milênio – Um Canal para a Expressão do Ser Arte do Cuidar: JIN
SHIN JYUTSU Alguns Exercícios para Autoajuda com Jin Shin Jyutsu. (https://www.facebook.com/floraisemspray)

domingo, 19 de outubro de 2014

Livro-A Revolução do Campeões




É um livro curto, de fácil entendimento com diversas pequenas histórias de caráter moralizante obedecendo mais ao tipo de leitura de auto ajuda do que um livro para meios administrativos.


Esta edição revisada e ampliada, vem coroar as maravilhosas oportunidades que se desenham para os verdadeiros campeões. O que é ser um campeão? Quais são seus diferenciais? As respostas a estas perguntas estão neste livro, onde o autor indica os passos para fazer de você um vitorioso. Um estímulo ao crescimento pessoal e à guinada profissional. Longe de estabelecer fórmulas prontas, a obra tem a virtude de levar você à reflexão e à certeza de que você é o único responsável pelo rumo de sua carreira.

Num mundo de mudanças constantes, o que caracteriza os campeões, aqueles que conseguem implementar suas idéias com sucesso? Paixão, persistência, energia e estratégia moldam os verdadeiros campeões através dos séculos. A elas, o autor acrescenta outra qualidade do verdadeiro campeão; a capacidade de relacionamento, de trabalhar com pessoas para um bem comum, pois hoje o mundo exige uma nova mentalidade, na qual o crescimento de cada um se combina com o crescimento de todos. Neste livro, Roberto Shinyashiki, mestre na arte de transmitir, com amor e poesia, mensagens sérias que mexem fundo com nossa emoção, demonstra que é possível derrotar o pessimismo e desenvolver atributos para ser um vencedor na batalha da vida.